O molluscum contagiosum é causado pelo vírus do molluscum contagiosum (MCV), um poxvírus que infecta a camada superior da pele. Ele se espalha através do contato direto com a pele, itens compartilhados como toalhas ou brinquedos de piscina, e em adultos frequentemente através de contato sexual próximo.
O molluscum contagiosum não é cancerígeno e não se transforma em melanoma ou outros cânceres de pele. Os principais riscos são a disseminação para outras áreas do corpo, infecção de contatos próximos, preocupações estéticas e irritação ocasional, infecção ou cicatrizes se as protuberâncias forem arranhadas ou cutucadas.
O tratamento geralmente envolve a remoção das protuberâncias ou a destruição do vírus na pele com métodos como laser, crioterapia (congelamento), curetagem, cauterização por ondas de rádio ou elétrica, ou medicamentos tópicos prescritos. Você não deve espremer ou cutucar as protuberâncias sozinho, pois isso espalha o vírus e aumenta o risco de infecção e cicatrizes.
Você pode reduzir o risco de molluscum contagiosum evitando compartilhar toalhas ou lâminas de barbear, protegendo a pele de irritações crônicas, praticando sexo seguro e tratando quaisquer protuberâncias existentes para que não se espalhem. Boa higiene, gerenciamento de outros problemas de pele e apoio ao sistema imunológico também ajudam a reduzir as recorrências.
Você deve ver um dermatologista para confirmar que as protuberâncias são molluscum contagiosum e discutir opções de remoção, especialmente se estiverem se espalhando, no rosto ou genitais, ou causando constrangimento. Nossa análise de pele com inteligência artificial é útil para monitoramento de rotina, mas não substitui um exame presencial e possível dermatoscopia ou biópsia.
O molluscum contagiosum não é uma emergência, mas você deve planejar uma visita dermatológica de rotina dentro de algumas semanas para confirmar o diagnóstico e discutir o tratamento, especialmente se as lesões estiverem se espalhando ou no rosto ou genitais.