Não há uma única causa para o carcinoma de células escamosas, mas a exposição prolongada aos raios UV, radiação, certos produtos químicos, danos crônicos à pele e algumas doenças raras da pele aumentam todos o risco. Em alguns casos, o papilomavírus humano (HPV) e um sistema imunológico enfraquecido também desempenham um papel.
O SCC pode voltar após o tratamento e, em alguns casos, se espalhar para os linfonodos próximos ou órgãos distantes, especialmente quando é grande, profundo ou de longa duração. Pessoas com um SCC têm maior chance de desenvolver novos cânceres de pele no futuro e precisam de exames regulares da pele.
O principal tratamento para o carcinoma de células escamosas é a remoção cirúrgica completa do tumor com uma margem de pele saudável. Dependendo do tamanho, profundidade e localização, os médicos também podem usar radioterapia, cirurgia especializada (como Mohs) ou, em casos avançados, tratamentos sistêmicos como imunoterapia ou quimioterapia.
Você pode reduzir o risco de carcinoma de células escamosas protegendo sua pele dos raios UV, evitando camas de bronzeamento, prevenindo lesões cutâneas crônicas e seguindo as regras de segurança ao trabalhar com produtos químicos ou radiação que danificam a pele. Autoexames regulares, nossa análise de pele com IA e visitas oportunas a um dermatologista para manchas que mudam são fundamentais.
Se você notar uma mancha escamosa persistente, um nódulo rosa firme ou uma ferida que não cicatriza e sangra facilmente, você deve ver um dermatologista ou oncologista o mais rápido possível. O diagnóstico precoce com exame de pele, dermatoscopia e biópsia é crucial para confirmar ou descartar o carcinoma de células escamosas.
Um possível carcinoma de células escamosas deve ser avaliado por um dermatologista ou oncologista dentro de dias a algumas semanas, não meses. Vá urgentemente (dentro de dias) se a lesão estiver crescendo rapidamente, profundamente ulcerada, muito dolorosa ou se os linfonodos próximos parecerem aumentados ou duros.